O principezinho - Antoine de Saint-Exupéry - página 39
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06 janeiro, 2020
Bolachas no asteróide B-612
Só se pode exigir a uma pessoa o que essa pessoa pode dar - prosseguiu o rei - a autoridade baseia-se, antes de mais, no bom senso.
O principezinho - Antoine de Saint-Exupéry - página 39
O principezinho - Antoine de Saint-Exupéry - página 39
21 dezembro, 2019
Bolachas dizem que é preciso reflectir, não basta ler
E fixem bem este pensamento: não somos importantes. Não somos nada. Algum dia a carga que trazemos poderá ajudar alguém. Mas nem quando tínhamos os livros à mão, há muitos anos, demos qualquer uso ao que deles retirávamos.
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury - página 179
Bolachas rodeadas de TVs
- Tempo livre, sim. Mas tempo para pensar? Se não estamos a conduzir a mais de cem à hora, sem espaço na cabeça para outra coisa que não seja o perigo da situação, estamos em casa a jogar um jogo qualquer ou snetados numa salinha rodeados de ecrãs de televisão.
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury - página 100
Bolachas e os livros
Você não precisa de livros, precisa é do que costumava estar nos livros.
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury - página 99
Bolachas e o sentimento de brilhantismo
Dê-se às pessoas concursos para que elas possam ganhar ao lembrarem-se das letras das canções mais populares ou dos nomes das capitais estatuais (...).
Encha-se-lhes a cabea de factos não-cobustiveis, de tantos factos até se sentirem cheias mas "brilhantes" por adquirirem tanta informação. Aí começarão a sentir que pensam, que se movem sem na realidade se moverem. E serão felizes, porque factos dessa natureza não mudam.
Evite-se dar-lhes matérias escorregadias como Filosofia ou Sociologia para que liguem umas coisas às outras.
Encha-se-lhes a cabea de factos não-cobustiveis, de tantos factos até se sentirem cheias mas "brilhantes" por adquirirem tanta informação. Aí começarão a sentir que pensam, que se movem sem na realidade se moverem. E serão felizes, porque factos dessa natureza não mudam.
Evite-se dar-lhes matérias escorregadias como Filosofia ou Sociologia para que liguem umas coisas às outras.
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury - página 76
451 Bolachas
- Imagine. O homem do século XIX, com os seus cavalos, os seus cães, as suas charretes, o seu movimento lento. Então no século XX, a imagem torna-se mais acelerada. Os livros ficam mais curts. Condensações. Resumos. Tabloides. Tudo se orienta para a piada, o fim abrupto.
- Fim abrupto - repetiu Mildred, anuindo com a cabeça.
- Os clássicos eram agora programas de rádo de quinze minutos, e cortados de novo para caberem num segmento sobre livros com dois minutos, acabando, finalmente, por se resumirem a dez ou doze linhas numa entrada de dicionário. (...) Mas havia muita gente para quem o único conhecimento que tinham do Hamlet (...) se limitava a um resumo de uma página num livro que se fizera anunciar com a frase "Agora pode finalmente ler todos os clássicos e manter-se a par dos seus vizinhos".Está a ver? Do berçário à universidade e de volta ao berçário: eis o padrão itelectual dos íltimos cinco séculos ou mais.
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury - página 70
Reconhecem alguma coisa?
18 dezembro, 2019
Bolachas hobbitianas
Não há nada como procurar se queremos encontrar alguma coisa.
O Hobbit - J.R.R.Tolkien - página 60
04 dezembro, 2019
Abre as asas, Bolacha
Vais voar, Ditosa. Respira. Sente a chuva. É água. Na tua vida terás muitos motivos para ser feliz, um deles chama-se água, outro chama-se vento, outro chama-se sol e chega sempre como recompensa depois da chuva. Sente a chuva. Abre as asas.
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar - Luís Sepúlveda - página 136
Bolachas e o gato zorbas
É muito fácil aceitar e gostar dos que são iguais a nós, mas fazê-lo com alguém diferente é muito difícil, e tu ajudaste-nos a consegui-lo.
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar - Luís Sepúlveda - página 102
03 dezembro, 2019
Bolachas felinas
Gatos
para fazer uma revolução,
Basta desobedecer aos donos.
Ou seja,
Imitar os gatos.
para fazer uma revolução,
Basta desobedecer aos donos.
Ou seja,
Imitar os gatos.
Paz traz Paz - Afonso Cruz - página 43
26 novembro, 2019
Bolachas e o fogo
A lama nutre, ao passo que o fogo apenas consome, mas tolos, crianças e jovens raparigas escolhem sempre o fogo.
Os reinos do caos - George R.R. Martin - página 362
20 novembro, 2019
Bolachas com mil vidas
Um leitor vive mil vidas antes de morrer - disse Jojen. - O homem que nunca lê só vive uma.
A Dança dos Dragões - George R.R. Martin - página 504
20 setembro, 2019
Bolachas e a liberdade
Sinto que dar o poder às raparigas não pode ser à custa de o tirar aos rapazes.
Deixem-na voar - Ziauddin Yousafzai - página 77
08 julho, 2019
Bolachas e as histórias
(...) as velhas histórias são como velhos amigos. Temos de as visitar de vez em quando.
A tormenta das espadas - George R. R. Martin - página 322
18 maio, 2019
Bolachas e o desinteresse
Se os cidadãos se sentirem privados de uma oportunidade válida de participar no diálogo nacional, não se pode propriamente culpa-los por se desinteressarem de todo o processo.
O Ataque à razão - Al Gore - página 298
Bolachas e a teia
É possível ter um excelente nível de educação e, ao mesmo tempo, estar mal informado.
Nas décadas de 1940 e 1940 , muitos membros do partido nazi alemão eram indivíduos com um excelente nível de educação - mas os seus conhecimentos de literatura, música, matemática e filosofia apenas os colocava em posição de serem mais eficazes como nazis.
Por muito instruídos que fossem, por muito que tivesse. Cultivado o seu intelecto , mesmo assim foram apanhados numa teia de propaganda totalitária que os mobilizou para fins perversos.
Nas décadas de 1940 e 1940 , muitos membros do partido nazi alemão eram indivíduos com um excelente nível de educação - mas os seus conhecimentos de literatura, música, matemática e filosofia apenas os colocava em posição de serem mais eficazes como nazis.
Por muito instruídos que fossem, por muito que tivesse. Cultivado o seu intelecto , mesmo assim foram apanhados numa teia de propaganda totalitária que os mobilizou para fins perversos.
O Ataque à Razão - Al Gore - página 295
31 março, 2019
Bolachas e a demagogia
Os nossos Fundadores tinham um respeito salutar pelo perigo que o medo representa para a razão. Sabiam que, nas circunstâncias certas, o medo pode fazer surgir a tentação de entregar a liberdade a um demagogo que, em troca, prometa força e segurança.
O Ataque à Razão - Al Gore - página 35
Bolachas em esperanças vãs
(...) a Internet não permite a distribuição em massa e em tempo real do vídeo animado. Esta limitação temporária será explorada no capítulo 9, assim como, e sobretudo, os seus muitos aspetospositivos que fazem dela uma fonte de esperança para o futuro da democracia.
Escrito em 2007, onde os telemóveis com acesso à internet não eram corriqueiros.
Saiu tudo ao contrário.
O Ataque à razão - Al Gore - página 33
Escrito em 2007, onde os telemóveis com acesso à internet não eram corriqueiros.
Saiu tudo ao contrário.
05 março, 2019
Bolachas e a amizade
(...) Don Corleone prosseguiu:
- A amizade é tudo. A amizade é mais do que talento. É mais do que o governo. E quase igual à família. Nunca te esquecas disso. Se tivesses levantado um muro de amizades, não terias de me pedir ajuda.
- A amizade é tudo. A amizade é mais do que talento. É mais do que o governo. E quase igual à família. Nunca te esquecas disso. Se tivesses levantado um muro de amizades, não terias de me pedir ajuda.
O padrinho - Mário puzzo - página 32
08 novembro, 2018
Bolachas claras como a água
Não é claro como a água, portanto, camaradas, que todos os males que nos afectam advêm da tirania dos seres humanos?
A Quinta dos animais - George Orwell - página 122
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