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29 junho, 2018
Bolachas e para aí é que não !
Bolacha, a incentivar pessoas a NÃO fazerem erasmus em Bruxelas desde 2016.
07 março, 2017
Bolachas Allez Allez
Durante o meu erasmus em Bruxelas fui ver um concerto (grátis) desta banda.
Embora eu não conhecesse patavina das músicas foi bastante divertido.
Oiçam !
Embora eu não conhecesse patavina das músicas foi bastante divertido.
Oiçam !
27 novembro, 2016
Bolachas e o marché de nöel
De tanta coisa que importamos de outros países, porque é que não trazemos os mercados de natal em grande escala?
teste
25 março, 2016
Bolachas na casa de apostas
Estudante português em Bruxelas relata o que viu: "então.. eu estava ali na casa de apostas e (...)
Bons exemplos meu menino.
Bons exemplos meu menino.
23 março, 2016
Bolachas e eles-não-são-islâmicos
Não lhes chamem ISIS nem Estado Islâmico.
Nada têm de estado, muito menos de islâmicos.
Chamem-lhes Daesh. Eles odeiam o nome Daesh.
Nada têm de estado, muito menos de islâmicos.
Chamem-lhes Daesh. Eles odeiam o nome Daesh.
22 março, 2016
01 março, 2016
Bolachas hidratadas
Dos bons hábitos que criei em Erasmus naquela terra do frio: batom de cieiro. Oh maravilha dos céus
23 janeiro, 2016
22 janeiro, 2016
Bolachas mais divertidas
Coisas mais divertidas: Há uma festa de erasmus esta semana aqui em Bruxelas. O nome dela é...
...
Free Party NUA
...
Free Party NUA
Bolachas e a vida continua a girar
Estou na blogosfera à seis anos. Seis anos com blog, não sei quantos só a ler.
Já vi blogues nascerem, atingirem o auge, desaparecerem, voltarem. Já vi pessoas solteiras, com namorado, noivas, casadas, com filhos. Já vi tudo isto acontecer à mesma pessoa. Já fiz amigas, já deixei de falar com elas, já voltei a falar com elas. As coisas vão e vem. Já conheci dilemas de meninas-jovens que todas somos no secundário. Pessoas a entrar na faculdade, a irem trabalhar, a trocarem de curso, a acabarem o curso. Dilemas de amor, o amor-de-vida de umas, os amores-passageiros de outras. Já aprendi segredos de pessoas que não revelam esses segredos a mais ninguém para além destes blogues/diários secretos.
Ontem chumbei à minha primeira disciplina. Projecto. A mais importante de todas. Chumbei e tive um 6. (nunca seria possivel ter um 6 em Portugal só para que conste). Achei injusto, vi as notas dos meus colegas e mais de metade chumbou. Havia bons projectos que tiveram 9. Houve alunos de erasmus que tiveram 9,5 (a sério? não lhe dão meio ponto? Nunca mais o vão ver!). Para quem não sabe, projecto é difícil e muito trabalhoso, mas se apareces no final de semestre com tudo feito e apresentas todo o teu trabalho, tens no mínimo um 8 e é se for mesmo muito mau. O meu não era muito mau. Nem sequer era mau. Era mesmo... médio. Foi um choque entrar em mestrado. Foi um choque não ter aulas em inglês e sim em francês. Chocou-me também a falta de acompanhamento, o facto de rirem-se das minhas ideias (e isto aconteceu. Nunca em tempo algum vi um professor a rir-se de ideias). Quando cheguei à sala perguntei ao meu amigo canadiano a nota dele "11,5". Ele tinha dos melhores projectos que eu já tinha visto. Em Portugal tinha um 15 à vontade. Se não mais. Ri-me, fui ver a minha nota, vi a minha nota, ri-me mais. "Lamento" disse ele, não lamentes Pierre, não é justo e eu sei. Sei aquilo que fiz e aquilo que valho. Quem avalia o teu projecto em 11,5 não sabe avaliar. Quem dá 9 ao trabalho daquele rapaz não sabe avaliar. Não te preocupes, ninguém morre. Não é grave. É só mais um ano. E será melhor porque não terei todo este choque, não terei um 10 a estragar-me a média. Mas nunca te esqueças que o teu projecto não vale 11,5. "Passei a noite a fazer esta maquete e eles nem olharam para ela", é assim, não fiques triste. Isto foi uma rebaldaria e valeu a experiência. Valeu fazer amigos (poucos, mas talvez que durem). Eu faço amigos para durar, não gosto de fazer amigos para nunca mais os ver (também os fiz). Dá cá dois beijinhos, escreve-me, se fores a Portugal diz-me que eu dou-te casa em Lisboa sem pensar duas vezes. Adeus Adeus
O mundo não acaba porque chumbei. O mundo não acaba porque ficarei mais um ano na faculdade. Muita coisa está a mudar. Eu estou a mudar. Vi essa mudança acontecer. Senti-me mais crescida. Enfrentei tudo o que havia para enfrentar, mas as coisas continuam. Dizia a Manganet no outro dia "a vida continua a girar e tu aprendes a dizer adeus", eu digo mais, a vida continua a girar e tu tens de seguir. Crescemos todas, nota-se isso na blogosfera, começamos a viver sozinhas, a trabalhar, a acabar as teses, a entrar em mestrado. Eu comecei a escrever isto em 2010, início do 11ºano. À seis anos. Quando releio aquilo que escrevi por vezes até fico envergonhada, e já me perguntaram porque não apago então. Eu não apago história. Não para já. Talvez um dia decida reinventar-me como tantas vezes o faz a mariana. Mas para já está lá. Lembra-me que a vida continua, que vais passar tudo o que outrora achas-te impossível.
Porque "A vida continua a girar e tu aprendes a dizer adeus". Adeus àquilo que ficou para trás. Adeus àquilo que que custou, mas passou. Adeus à tua meninice. Vais crescer. Irei viver sozinha pela primeira vez para a semana. Tenho 21 e irei viver sozinha com um cão e um gato. Tenho 21 e deixei de ser menina porque em uma só semana chumbei, despedi-me de quem é importante e começarei uma nova época. Será assim. A vida continua.
Vou só ali fazer um furo nas orelhas.*
*Eu furo as orelhas quando quero marcar alguma coisa importante. Como a bruxa em sapatos de rebuçado, ela guardava amuletos na pulseira. Eu faço furos. É assim desde os 13. Apesar de tudo, há coisas que nunca mudam.
Já vi blogues nascerem, atingirem o auge, desaparecerem, voltarem. Já vi pessoas solteiras, com namorado, noivas, casadas, com filhos. Já vi tudo isto acontecer à mesma pessoa. Já fiz amigas, já deixei de falar com elas, já voltei a falar com elas. As coisas vão e vem. Já conheci dilemas de meninas-jovens que todas somos no secundário. Pessoas a entrar na faculdade, a irem trabalhar, a trocarem de curso, a acabarem o curso. Dilemas de amor, o amor-de-vida de umas, os amores-passageiros de outras. Já aprendi segredos de pessoas que não revelam esses segredos a mais ninguém para além destes blogues/diários secretos.
Ontem chumbei à minha primeira disciplina. Projecto. A mais importante de todas. Chumbei e tive um 6. (nunca seria possivel ter um 6 em Portugal só para que conste). Achei injusto, vi as notas dos meus colegas e mais de metade chumbou. Havia bons projectos que tiveram 9. Houve alunos de erasmus que tiveram 9,5 (a sério? não lhe dão meio ponto? Nunca mais o vão ver!). Para quem não sabe, projecto é difícil e muito trabalhoso, mas se apareces no final de semestre com tudo feito e apresentas todo o teu trabalho, tens no mínimo um 8 e é se for mesmo muito mau. O meu não era muito mau. Nem sequer era mau. Era mesmo... médio. Foi um choque entrar em mestrado. Foi um choque não ter aulas em inglês e sim em francês. Chocou-me também a falta de acompanhamento, o facto de rirem-se das minhas ideias (e isto aconteceu. Nunca em tempo algum vi um professor a rir-se de ideias). Quando cheguei à sala perguntei ao meu amigo canadiano a nota dele "11,5". Ele tinha dos melhores projectos que eu já tinha visto. Em Portugal tinha um 15 à vontade. Se não mais. Ri-me, fui ver a minha nota, vi a minha nota, ri-me mais. "Lamento" disse ele, não lamentes Pierre, não é justo e eu sei. Sei aquilo que fiz e aquilo que valho. Quem avalia o teu projecto em 11,5 não sabe avaliar. Quem dá 9 ao trabalho daquele rapaz não sabe avaliar. Não te preocupes, ninguém morre. Não é grave. É só mais um ano. E será melhor porque não terei todo este choque, não terei um 10 a estragar-me a média. Mas nunca te esqueças que o teu projecto não vale 11,5. "Passei a noite a fazer esta maquete e eles nem olharam para ela", é assim, não fiques triste. Isto foi uma rebaldaria e valeu a experiência. Valeu fazer amigos (poucos, mas talvez que durem). Eu faço amigos para durar, não gosto de fazer amigos para nunca mais os ver (também os fiz). Dá cá dois beijinhos, escreve-me, se fores a Portugal diz-me que eu dou-te casa em Lisboa sem pensar duas vezes. Adeus Adeus
O mundo não acaba porque chumbei. O mundo não acaba porque ficarei mais um ano na faculdade. Muita coisa está a mudar. Eu estou a mudar. Vi essa mudança acontecer. Senti-me mais crescida. Enfrentei tudo o que havia para enfrentar, mas as coisas continuam. Dizia a Manganet no outro dia "a vida continua a girar e tu aprendes a dizer adeus", eu digo mais, a vida continua a girar e tu tens de seguir. Crescemos todas, nota-se isso na blogosfera, começamos a viver sozinhas, a trabalhar, a acabar as teses, a entrar em mestrado. Eu comecei a escrever isto em 2010, início do 11ºano. À seis anos. Quando releio aquilo que escrevi por vezes até fico envergonhada, e já me perguntaram porque não apago então. Eu não apago história. Não para já. Talvez um dia decida reinventar-me como tantas vezes o faz a mariana. Mas para já está lá. Lembra-me que a vida continua, que vais passar tudo o que outrora achas-te impossível.
Porque "A vida continua a girar e tu aprendes a dizer adeus". Adeus àquilo que ficou para trás. Adeus àquilo que que custou, mas passou. Adeus à tua meninice. Vais crescer. Irei viver sozinha pela primeira vez para a semana. Tenho 21 e irei viver sozinha com um cão e um gato. Tenho 21 e deixei de ser menina porque em uma só semana chumbei, despedi-me de quem é importante e começarei uma nova época. Será assim. A vida continua.
Vou só ali fazer um furo nas orelhas.*
*Eu furo as orelhas quando quero marcar alguma coisa importante. Como a bruxa em sapatos de rebuçado, ela guardava amuletos na pulseira. Eu faço furos. É assim desde os 13. Apesar de tudo, há coisas que nunca mudam.
21 janeiro, 2016
Bolachas e se és pobre, não estudes arquitectura
Se há coisa ingrata na vida é ser estudante de arquitectura.
Ficamos dias e dias enfiados em casa a trabalhar num projecto que não vai ser construído. Fazemos maquetes e maquetes, perdemos cafés com os amigos porque "tenho uma entrega" ou "tenho de ir fazer projecto". Gastamos rios de dinheiro em material e impressões (aí não! tem de ser papel 120gr ou superior! e a cores! e em A1 ou maior!)*, sofremos insónias de nervos devido às apresentações do dia seguinte. Vestimos a nossa melhor roupa e calçamos os nossos melhores sapatos.
E depois
...
...
Falas 5 minutos. Um semestre inteiro, lágrimas e suor (e não estou a exagerar. muitas lágrimas) reduzido a 5 minutos onde tu tens 7 paineis na parede, onde passas-te a noite a pintar quadradinhos à mão porque houve um erro de impressão, onde te esforçaste tanto e eles nem olham. Aliás, olham, mas não dão valor.
É ingrato.´
(e no final até podes não passar)
*vocês têm noção do preço de um A1 a cores? A1, a cores, 130gr: 8 euros, já com desconto de estudante. Já tive colegas minhas a gastar acima de 100 euros, para uma única apresentação. Para falarem 5 minutos.
Ficamos dias e dias enfiados em casa a trabalhar num projecto que não vai ser construído. Fazemos maquetes e maquetes, perdemos cafés com os amigos porque "tenho uma entrega" ou "tenho de ir fazer projecto". Gastamos rios de dinheiro em material e impressões (aí não! tem de ser papel 120gr ou superior! e a cores! e em A1 ou maior!)*, sofremos insónias de nervos devido às apresentações do dia seguinte. Vestimos a nossa melhor roupa e calçamos os nossos melhores sapatos.
E depois
...
...
Falas 5 minutos. Um semestre inteiro, lágrimas e suor (e não estou a exagerar. muitas lágrimas) reduzido a 5 minutos onde tu tens 7 paineis na parede, onde passas-te a noite a pintar quadradinhos à mão porque houve um erro de impressão, onde te esforçaste tanto e eles nem olham. Aliás, olham, mas não dão valor.
É ingrato.´
(e no final até podes não passar)
*vocês têm noção do preço de um A1 a cores? A1, a cores, 130gr: 8 euros, já com desconto de estudante. Já tive colegas minhas a gastar acima de 100 euros, para uma única apresentação. Para falarem 5 minutos.
19 janeiro, 2016
Bolachas com rans
"Que ponham um telefone mas ponham alguém para atender!"
É verdade, verdadinha.
De todas as vezes que liguei para lá (ou o meu pai) - para mais de dez - ninguém atende.
Ponham os olhos neste gajo.
Tino de Rans, referindo-se à embaixada portuguesa em Bruxelas.
É verdade, verdadinha.
De todas as vezes que liguei para lá (ou o meu pai) - para mais de dez - ninguém atende.
Ponham os olhos neste gajo.
15 janeiro, 2016
Bolachas radicais
O meu professor quer que eu "radicalize" o meu edifício.
...
Deverei envia-lo para a Síria?
...
Deverei envia-lo para a Síria?
Bolachas e as escalas
A minha professora de Projecto daqui refere-se à escala 1:500 e 1:200 como 2mm/m e 5mm/m, respectivamente.
Tira-me do sério, mas até é mais fácil
Tira-me do sério, mas até é mais fácil
14 janeiro, 2016
Bolachas e a cafeina
É de mim ou beber uma lata inteira de redbull antes das 9h da manhã é capaz de não ser muito bom?
Para que conste que também tenho um prof que antes do meio-dia bebe uma garrafa de litro e meio de coca-cola.
Estes Belgas são loucos.
30 dezembro, 2015
Bolachas laranjas, roxas e azuis
Fazer resumos a computador não dá com nada. Durante dois dias tentei, não consegui. Perdi tempo.
Eu sou velha escola: papeis e papeis escritos à mão e cheios de corzinhas (e poucos sublinhados).
Sou uma menina crescida com apontamentos estilo primária.
27 dezembro, 2015
Bolachas trés confused
Tenho-vos a dizer que não à nada mais confuso que (tentar) traduzir uns resumos escritos em francês, para inglês, pensando em português.
13 dezembro, 2015
Bolachas em modo Frozen
Ontem andei de patins do gelo pela primeira vez. O chão estava encharcado em água e - claramente - espalhei-me no chão. A minha amiga (que sabe andar de patins) tentou me levantar, mas quanto mais ela me tentava ajudar mais eu escorregava e ria-me e molhava-me de água gelada.
Ontem foi um bom dia.
Ontem foi um bom dia.
10 dezembro, 2015
Bolachas nos autocarros de bruxelas
Amizade são dois rapazinhos com 6 anos, que num autocarro cheio, cheio, cheio... não largavam a mão um do outro.
(Embora houvesse pessoas a querer passar e eles não deixassem)
09 dezembro, 2015
Bolachas e era isto que eu precisava
Fazemos o melhor que sabemos, tiramos prazer, o esforço e a aprendizagem que se consegue a cada etapa e, depois, vêm os resultados que vierem.
Manuel Aires Mateus
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