O Ataque à Razão - Al Gore - página 35
31 março, 2019
Bolachas e a demagogia
Os nossos Fundadores tinham um respeito salutar pelo perigo que o medo representa para a razão. Sabiam que, nas circunstâncias certas, o medo pode fazer surgir a tentação de entregar a liberdade a um demagogo que, em troca, prometa força e segurança.
Bolachas em esperanças vãs
(...) a Internet não permite a distribuição em massa e em tempo real do vídeo animado. Esta limitação temporária será explorada no capítulo 9, assim como, e sobretudo, os seus muitos aspetospositivos que fazem dela uma fonte de esperança para o futuro da democracia.
Escrito em 2007, onde os telemóveis com acesso à internet não eram corriqueiros.
Saiu tudo ao contrário.
O Ataque à razão - Al Gore - página 33
Escrito em 2007, onde os telemóveis com acesso à internet não eram corriqueiros.
Saiu tudo ao contrário.
11 março, 2019
Bolachas com francesinhas
Fomos jantar francesinhas e enquanto eu contava uma história qualquer parva, tu rias-te. Só isso, tu rias-te.
Mas tens o riso mais giro do mundo.
Mas tens o riso mais giro do mundo.
08 março, 2019
Bolachas e o dia da mulher
Eu tinha 13 anos. 12 talvez. Era domingo de manhã e estava a voltar da missa para casa a pé. Ia pela berma da estrada porque não havia passeio. Passou um carro, parou, fez marcha atrás. Era um grupo de rapazes que abriu a janela, gritou qualquer coisa ordinária e deitou a língua de fora. A minha prima estava comigo e tinha 10 anos. Não sei se ela se lembra, eu lembro-me. muito bem.
"Foi só isso?" Sim, foi só isso. Eu tinha 13 anos, talvez 12.
Eu tinha 24 anos acabados de fazer. Estava à porta de casa de um amigo meu. Passou um carro da polícia, buzinou e gritou "hey lindaaaa". Eu estava de saia.
"Oh, não ligues. Devias te sentir lisonjeada". Não liguei, mas não me senti lisonjeada. Era um carro da polícia.
Eu tinha 16 anos. Estava na aula de educação física a aquecer com corrida. Um colega meu fez questão de baixar o ritmo da corrida para se por ao meu lado e, enquanto eu corria, ir dizendo "boing boing boing", porque - mesmo com soutien desportivo - as minhas mamas mexiam-se.
"Até tem piada" . Não teve. Foi desconfortável e embaraçoso.
Eu tinha 17 anos. Estava a deixar CV's em cafés para arranjar trabalho durante o Verão. Deixei o CV e quando saí porta fora o dono do café - cinquenta e tal anos - chamou-me. Fazemos já a entrevista. okay. vamos para uma sala vazia. quer tomar alguma coisa? um café por favor. Já tem idade para beber café? ahh.. sim, às vezes. E idade para fazer outras coisas? ahh.. não..
"Isso realmente é estranho, mas não te fez nada de mal". Eu tinha 17 anos, foi desconfortável, fugi dali assim que pude. Esse vestido fica-lhe muito bem. Malícia em toda a frase.
Eu tinha 15 anos. Estava com os meus amigos e apareceu o tio de um deles, com 25 anos por aí. "Cuidado com o cão que está aí! ... mas eu dava-te cá uma trinca".
"oh, ele conhece-te desde pequena, é boa pessoa" mas se pudesse dava trincas a uma miúda de 15 anos.
Isto são 5 histórias, todas verídicas, todas comigo, pensadas aqui em 10 minutos para escrever este post. Todos os comentários escritos após a história são verdade, ouvidos de pessoas próximas. Com certeza que se eu pensasse mais, ia-me lembrar de mais histórias do género.
É isto que é importante refletir no dia da mulher.
Não são os descontos das lojas. É isto.
Não desvalorizem.
"Foi só isso?" Sim, foi só isso. Eu tinha 13 anos, talvez 12.
Eu tinha 24 anos acabados de fazer. Estava à porta de casa de um amigo meu. Passou um carro da polícia, buzinou e gritou "hey lindaaaa". Eu estava de saia.
"Oh, não ligues. Devias te sentir lisonjeada". Não liguei, mas não me senti lisonjeada. Era um carro da polícia.
Eu tinha 16 anos. Estava na aula de educação física a aquecer com corrida. Um colega meu fez questão de baixar o ritmo da corrida para se por ao meu lado e, enquanto eu corria, ir dizendo "boing boing boing", porque - mesmo com soutien desportivo - as minhas mamas mexiam-se.
"Até tem piada" . Não teve. Foi desconfortável e embaraçoso.
Eu tinha 17 anos. Estava a deixar CV's em cafés para arranjar trabalho durante o Verão. Deixei o CV e quando saí porta fora o dono do café - cinquenta e tal anos - chamou-me. Fazemos já a entrevista. okay. vamos para uma sala vazia. quer tomar alguma coisa? um café por favor. Já tem idade para beber café? ahh.. sim, às vezes. E idade para fazer outras coisas? ahh.. não..
"Isso realmente é estranho, mas não te fez nada de mal". Eu tinha 17 anos, foi desconfortável, fugi dali assim que pude. Esse vestido fica-lhe muito bem. Malícia em toda a frase.
Eu tinha 15 anos. Estava com os meus amigos e apareceu o tio de um deles, com 25 anos por aí. "Cuidado com o cão que está aí! ... mas eu dava-te cá uma trinca".
"oh, ele conhece-te desde pequena, é boa pessoa" mas se pudesse dava trincas a uma miúda de 15 anos.
Isto são 5 histórias, todas verídicas, todas comigo, pensadas aqui em 10 minutos para escrever este post. Todos os comentários escritos após a história são verdade, ouvidos de pessoas próximas. Com certeza que se eu pensasse mais, ia-me lembrar de mais histórias do género.
É isto que é importante refletir no dia da mulher.
Não são os descontos das lojas. É isto.
Não desvalorizem.
05 março, 2019
Bolachas e a amizade
(...) Don Corleone prosseguiu:
- A amizade é tudo. A amizade é mais do que talento. É mais do que o governo. E quase igual à família. Nunca te esquecas disso. Se tivesses levantado um muro de amizades, não terias de me pedir ajuda.
- A amizade é tudo. A amizade é mais do que talento. É mais do que o governo. E quase igual à família. Nunca te esquecas disso. Se tivesses levantado um muro de amizades, não terias de me pedir ajuda.
O padrinho - Mário puzzo - página 32
04 março, 2019
Bolachas e as memórias
Durante muitos anos eu não conseguia dormir sem ir dar um beijinhos aos meus pais.
Lembro-me inclusive de me levantar de propósito para o fazer porque me tinha distraído.
Lembro-me inclusive de me levantar de propósito para o fazer porque me tinha distraído.
Bolachas e os patinhos
Ele: Já expliquei que não consigo dormir assim que chego a casa. Preciso de uma hora pelo menos para chillar e só depois é que me posso deitar.
Eu: Já percebi. Só consegues dormir depois dos patinhos. Da tua versão dos patinhos.
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