Estereotipando as coisas, vamos assumir que toda a gente pode ser classificada de 0 a 10, sendo o 10 a pontuação mais gira. É mais fácil com um exemplo:
Imaginando que aqui uma rapariga é um 7, em teoria essa rapariga irá se envolver com alguém entre 6 e 8 (inclusive). Claro que esta classificação pode mudar assim que a pessoa em questão abre a boca. O que faz com que um 5 possa se envolver com um 8 se souber dar conversa, porque aí poderá se tornar um 7. Assim como um 9 se não souber dizer anda de jeito pode se tornar um 7 também. E assim sendo criamos os casais improváveis em que um aparenta um 9 e outro aparenta um 5 mas ambos são um 7, fazendo assim com que as coisas se tornem relativas.
Depois também há outras coisas que mexem com a minha teoria, por exemplo o álcool ou o efeito de estupefacientes, que pode fazer com que alguém que é efectivamente um 6 pareça um 8.
Até que faz sentido