19 janeiro, 2013

Bolachas free

E se o dinheiro não existisse?
Eu queria fazer arquitetura social

Bolachas na arquitetura

Pessoas online no facebook a esta hora: pessoal do meu curso.
(as pessoas de outros cursos têm uma vida, pois)

Bolachas, ainda

Acabei de ir à cozinha. A minha mãe entretanto acordou e perguntou-me:
-Mas tu estás levantada?!
...

Bolachas giras

Giro, giro, é o meu cão a correr atrás da gata e ela a dar-lhe patadas no focinho.
Giro, giro, é o temporal que está lá fora e que me abana a casa toda. E não, a casa não é de palha.
Giro, giro, é o trabalho que tenho para fazer.
Giro, giro, é aquilo que eu não vou dormir até segunda feira.

18 janeiro, 2013

Bolachas Spam

Em Setembro um primo meu canadiano veio cá a Portugal. Ele regressou ao Canadá e nós continuamos a falar via facebook. Falavamos sobre musica até que ele me mandou um video qualquer para eu ouvir. 
E esse video foi para a minha caixa de spam no facebook coisa que nem sabia que existia. Encontrei essa caixa de spam hoje e respondi-lhe.
4 meses de demora a responder, deve ser um recorde não?

Bolachas na medicina

Eu quase que podia estudar medicina: tenho sangue e um bisturi nas mãos.
(O bisturi nas artes usa-se como um x-acto mais preciso. dizem eles..)

Bolachas bloggers

Eu encontro um blog. Leio meia dúzia de posts, acho piada e começo a seguir. Aprendo um bocado sobre a pessoa, a sua vida, as suas aventuras. Ligo-me de certa forma a quem me conta histórias, as suas histórias. Contam-me piadas como quem conta piadas a velhos amigos, sem preconceitos. 
Estou na blogosfera desde 2010. Lia um ou dois blogs e decidi criar o meu. Comecei a seguir mais uns quantos e quando dei por mim já tinha passado um ano que aqui andava. 
Desde o ínicio dos tempos que sigo uma blogger que entretanto foi viver com o namorado, trocou de blog, ficou noiva, casou, foi de lua de mel e agora engravidou. Ela por vezes escreve sobre sapatos e mais frequentemente sobre bebés (e eu que babyblog só sigo o da pólo), em situações normais eu simplesmente deixava de a seguir e ia à minha vidinha, mas não consigo fazer isso. É como se abandonasse uma velha amiga, amiga essa que nem me conhece, nem eu sei o nome dela, nem de onde é. Sei exactamente aquilo que ela quer que eu saiba, mas ainda assim é uma amiga, uma história, uma vida. 
Acho que é por isto que nós nos seguimos uns aos outros. A certa altura já estamos tão envolvidos na história que não queremos que acabe. Como uma saga, em que lemos e lemos e quando chega a última página do último livro temos pena, e choramos porque queríamos mais. 
Os nossos blogs são sagas, sem fim previsto.

17 janeiro, 2013

Happy Bolachas

Happy Endings
There are no happy endings
Endings are de saddest part,
So just give me a happy middle
And a very happy start

Bolachas, meu amor

Mas meu amor, tu não és tão má quanto te achas, nem tão boa quanto te queres fazer passar.

14 janeiro, 2013

Bolachas improváveis

É provável que coisas improváveis aconteçam.
Aristóteles