terça-feira, 6 de novembro de 2012

Bolachas e o projeto

Tens a certeza que é isto que queres? Não. Mas eu sempre quis isto a vida toda, não posso dar-me ao luxo de mudar de ideias agora. Ai isso é que podes. Põe as coisas em causa. Pensa nisso. Ok, já pensei. e concluíste alguma coisa? Que não sei o que fazer. Eu gosto disto, mas é uma vida demasiado instável. Hoje em dia nada é estável, e há quem esteja em piores lençóis que tu. Mas e a apresentação? Continuo com o mesmo drama do secundário. rio-me demais. Isso resolve-se, tem calma. Mas eu nunca me senti tão mal! Acontece. Foi a primeira, a próxima corre melhor. É bom que sim. Esforça-te. Mas não seria melhor pensar noutra hipótese? E deixares o sonho de sempre em causa? Ainda à bocado disseste que podia duvidar. Ok, trocaste-me as voltas. Mas pensa: tu gostas disto, só estás a dramatizar por causa de um problema que se resolve. 
Tem calma, tudo acaba bem. Depende do sítio onde parares de contar a história. Shiu! Não dizes nada de jeito... 

3 comentários:

  1. Eu queria ser poeta e saí-me engenheira. Mas o sonho perdura e há-de de ser concretizado! :)
    Tudo tem o seu tempo e nós com o tempo nao passamos de prazo como as bolachinhas! Amadurecemos... como as maçãs! :)

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  2. Lia: está bem, está bem.
    Eva Maria: Saiste-te bem com a primeira frase. Agora isso de dizeres que bolachas passam de prazo e maçãzinhas amadurecem... as maçãzinhas apodrecem, não te esqueças.

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