segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bolachas e o vestido

Há quem tenha jeito para guitarra e ainda por cima saiba escrever letras.
E sempre gostei de te ver de vermelho. Caraças, fazes-me falta.

Bolachas e 'tas a tirar-me do sério

Amiguinho: isto de ser sempre eu a avançar não está a funcionar lá muito bem. Faça favor de se manifestar que eu não mordo para já

Bolachas mágicas hoje em dia

O mito, o sonho, a lenda e a fábula na sociedade actual
Já Fernando Pessoa dizia que "o mito é o nada que é tudo" e, do meu ponto de vista, concordo. Mesmo hoje, numa sociedade que se auto-denomina de moderna, temos presente várias situações em que utilizamos uma linguagem pouco racional para explicar certas coisas.
As superstições, por exemplo, são algo criado pelos nossos antepassados - numa época arcaica em que poucas explicações haviam - e transmitido de geração em geração. Quantas vezes nos deparamos com um escadote e, em vez de passarmos calmamente por baixo, nos desviamos? Mesmo que isso implique uma volta um pouco maior. No fundo sabemos que não é nada - pois não tem qualquer fundamento - mas é tudo - pois tememos que nos aconteça algo.
Temos outro exemplar de tudo isto: a magia. Fortemente desacreditada por uns e apoiada por outros, a magia é algo bastante controverso. aquilo a que uns chamam magia, outros chamam alquimia, coincidência (...) E por muito que me digam que "ai e tal já ninguém acredita em magia" o que não falta é exemplos desta crença pelas aldeias de Portugal, muitas delas transmontanas, onde a racionalidade das cidades demorou a chegar e os antigos costumes ainda prevalecem. Nos dias que correm ainda há quem recorra à vidente, à curandeira e à bruxa, seja para tentar saber o futuro ou simplesmente livrar-se do mau-olhado.
Resumindo e concluindo: entre a fábula, o mito, a lenda, o sonho, as superstições e a magia, muitas são as nossas crenças que não se baseiam em qualquer explicação racional. Acreditamos em tudo, embora não seja nada.
trabalho de português - adaptado
30 de abril de 2012

domingo, 29 de abril de 2012

Bolachas d'Ar(minda)

Querida professora de desenho
Tenho umas coisas para lhe dizer e nem sei por onde começar. Talvez devesse começar pelo inicio, mas isso não teria jeito nenhum porque ninguém quer saber que as suas primeiras palavras dirigidas para mim foram "OS CORREDORES NÃO SÃO PARA FAZER BARULHO! FORA!", sendo que ainda nem era minha professora. Não, o inicio é uma chatice, passemos logo para o meio desta bela história. 
Eu até que gosto de si, e admitamos, não foi amor à primeira vista, que eu ao inicio do ano tinha-lhe um pó que nem lhe passa. Mas lá acabei por perceber que por detrás de toda essa maldade e raiva está uma alma muito jovialmente interessante, que - e podia apostar - andou nas ganzas cigarros mágicos. Adiante com isso, você até consegue ser fixe, e sabe defender o que é seu. Acho-a estranhamente parecida comigo, ou eu consigo.
Mas nem tudo são rosas sabia? E eu e a sua disciplina temos uma relação por vezes atribulada. Tipo em desenhar rostos. Curiosamente também temos uma relação atribulada quando me é exigido x desenhos por semana, que eu não faço por pura falta de inspiração e porque tenho noção que assim que os acabar só terei vontade de os rasgar - coisa que não faço, porque tenho falta de desenhos e não em posso dar a esse luxo - e sabe que mais? chateia-me ter que entregar o trabalho na sexta, era preferível ser na segunda. É sempre preferível numa segunda, porque temos o fim de semana, mas sexta é que não dá com nada.
Já agora: decidi mudar o meu trabalho todo. Mas todinho mesmo. Era só para ficar informada.
Até amanhã, e é bom que não me obrigues a fazer D.G. na visita de estudo
Manteiga B.B.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bolachas AABD

E quis o destino vos juntar aos 4 na lista do meu chat.
Desatei a rir

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Bolachas e frases-que-não-são-minhas-mas-na-altura-tiveram-imensa-piada #38

"Onde está a época de caça quando é precisa?!"

terça-feira, 24 de abril de 2012

Bolachas na guilhotina

Stora: Vou só ali à guilhotina. (de cortar papel)
(sai da sala. Silêncio momentâneo)
Eu: Aquilo que ela acabou de dizer soou tão bem...
Ela: Epah, estava mesmo a pensar no mesmo!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Bolachas chateadas

Ela: Com a tua experiência de vida ainda não percebi como é que não acreditas em destino. Sinceramente...
Eu: Sinceramente? Acho que começo a acreditar. E isso chateia-me.

sábado, 21 de abril de 2012

Bolachas ika

Deste-te ao trabalho de fazer aquele comentário triste para quê?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Bolachas videntes

"Sexo, dinheiro, poder, promessas. Mas Chantal fez um ar de quem aguarda uma revelação surpreendente; os homens têm um estranho prazer em sentir-se superiores, desconhecendo que a maior parte das vezes se comportam de maneira absolutamente previsível."
O demónio e a senhorita PrymPaulo Coelho 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bolachas e a inveja inocente

Estava ali a ver uma fotografia de duas amigas minhas - que eu já conhecia antes de se conhecerem - com uma dedicatória toda fofa de uma para a outra e pensei: Fogo, há bué tempo que ninguém me faz uma coisa destas. Mas depois voltei a pensar e disse: cala-te oh estúpida, tu tens uns grandas amigos pah.
E antes que venhas daí com coisinhas a dizer que é inveja: tens razão, é inveja sim. Mas é uma inveja inocente, daquela que te faz sorrir porque elas se estão a dar bem e tu também gostavas de te sentir assim, outra vez. 

terça-feira, 17 de abril de 2012

Bolachas e o Fb de Jesus

(o facebook dele vai a abaixo, várias vezes)
Eu: Olha lá, importas-te de parar de te armares em Jesus?! Morres, ressuscitas, morres, ressuscitas (...)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Bolachas nos rascunhos

E quem é que nunca gravou mensagens só porque diziam algo mais querido que o normal?

domingo, 15 de abril de 2012

Bolachas verdes

Faz um mês que sou vegetariana. Nunca esperei conseguir tanto.
Damn, estou orgulhosa

Bolachas e a alquimia

"Quando vemos sempre as mesmas pessoas - e isto acontecia no seminário - acabamos por considerar que elas fazem parte das nossas vidas. E como elas fazem parte das nossas vidas, passam também a querer modificar as nossas vidas. E se nós não formos como elas esperam, ficam chateadas."
O Alquimista - Paulo Coelho
conclusão: As pessoas cansam. (algumas)

sábado, 14 de abril de 2012

Bolachas e o anonimato

Caro leitor anónimo que comentou o meu último post com qualquer coisa que incluía "merda" lá para o meio: tenho a dizer que não tinha reparado que o post estava com aquela linha branca, peço desculpa por isso.
Mas, já que estamos na onda, vou fazer aqui um pedido: Assinem por favor. Se têm um blog e têm criticas a fazer, escusam de comentar em anónimo, eu não vou vos bater por não gostarem daquilo que escrevo. E para aqueles que não têm blog mas por vezes comentam, assinem! Sigam ali o bom exemplo do Reviralho que assina os comentários. 
obrigada pela compreensão

Bolachas e frases-que-não-são-minhas-mas-na-altura-tiveram-imensa-piada #37

"Se vemos que o céu está nublado, assumimos que é bastante provável que vá chover"
escrito por iPlagiator

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Bolachas e a Milady

A Milady - também conhecida por a minha gata - é auto-suficiente em festas. 
Roça-se por tudo o que é canto desta casa.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Bolachas mais bonitas

É quando me chamas de bonita que eu fico sem saber o que fazer, porque no fundo não posso fazer nada, mas queria. Sempre que dizes isso - por mais raro que seja - eu sinto-me como se esta história ainda não tivesse um fim próximo. E se por um lado é tudo o que mais quero - que não tenha um fim próximo - por outro faz-me sentir culpada de seguir em frente. 
Embora tu já o tenhas feito à imenso tempo, mas eu não funciono da mesma forma que tu. Damn

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Bolachas e o casal fantástico

Curtiste com ele e de repente já o amas tanto ? Só falta dizeres que ele sempre foi o amor da tua vida.
Vii, tu compreendes o título que eu sei ahah

terça-feira, 10 de abril de 2012

Bolachas e a ignorância-muggle

Acho piada ao facto de publicares uma foto duma tatuagem com o símbolo dos talismãs da morte sem sequer saberes o que é, nem de onde é e muito menos a história. Muita piada mesmo.

Que bolachas é que...

Que mulher nunca teve:
Um sutiã meio furado
Um primo meio tarado
Ou um amigo meio virado?


Que mulher nunca levou:
Um fora de querer fugir
Um shot de cair
Ou um xanax para dormir?


Que mulher nunca sonhou:
Com a sogra morta, estendida
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?


Que mulher nunca pensou:
Em acabar com a panela
Deitar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?


Que mulher nunca rezou:
Para ter a perna depilada
Aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?


Que mulher nunca comeu:
Uma caixa chocolates, por ansiedade
Uma alface, por vaidade
Ou um sacana por saudade?


Que mulher nunca apertou:
O pé no sapato para caber
A barriga para emagrecer
Ou um peluche para não enlouquecer?


Que mulher nunca jurou:
Que não estava ao telefone
Que não pensa em silicone
Ou que "dele" nem sabe mais o nome?
habilmente aldrabado para português verdadeiro, visto o original ser em brasileiro.

Bolachas na bricolage

Nota do dia: Eu sou aquela que cola corações partidos.
Vá-se lá entender porquê...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Bolachas a desmitificar

'Tas a ver aquela treta do "dás mais do que recebes" e de que "um sorriso vale mais do que tudo o resto" ? 
Pois bem, não é treta nenhuma.

Bolachas e a teoria do envolvimento

Estereotipando as coisas, vamos assumir que toda a gente pode ser classificada de 0 a 10, sendo o 10 a pontuação mais gira. É mais fácil com um exemplo:
Imaginando que aqui uma rapariga é um 7, em teoria essa rapariga irá se envolver com alguém entre 6 e 8 (inclusive). Claro que esta classificação pode mudar assim que a pessoa em questão abre a boca.  O que faz com que um 5 possa se envolver com um 8 se souber dar conversa, porque aí poderá se tornar um 7. Assim como um 9 se não souber dizer anda de jeito pode se tornar um 7 também. E assim sendo criamos os casais improváveis em que um aparenta um 9 e outro aparenta um 5 mas ambos são um 7, fazendo assim com que as coisas se tornem relativas. 
Depois também há outras coisas que mexem com a minha teoria, por exemplo o álcool ou o efeito de estupefacientes, que pode fazer com que alguém que é efectivamente um 6 pareça um 8.
Até que faz sentido

Bolachas a rir

(uma amiga perdeu um doente - ou seja: ele fugiu e estava à responsabilidade dela - estando a rapariga em pânico ao meu lado, vira-se uma amigo e diz baixinho para mim:)
Ele: Eles aparecem sempre. Vivo ou morto ele há-de aparecer!
E o que nós nos rimos à pala disto.

Bolachas com loiras

Ele: Eu chamo-me Zé Carlos
Eu: Zé Carlos? Epaaah, isso faz-me rir, por causa da música, esquece, isso não pode ser. Nem Zé, se te chamar Zé parece que estou a gozar contigo. Vais ficaaaar... caloiro*!
(...)
Ele 2#: Tenho o filme "Zé Colmeia" ali na pen.
Eu: (olhando pró caloiro*) Zé colmeia.. OLHA, ZÉ CALOIRO!!
*e a alcunha pegou

terça-feira, 3 de abril de 2012

Bolachas indecisas

A base de toda a cultura é o sentimento de culpa
Olhem que nem sei se concordo se discordo...

Bolachas Pascoais

(a falar de um campo de voluntariado a que nós chamamos de "Páscoa")
Ele: Pois... Páscoa mata qualquer um xD
Eu: Correção: Ressuscita. Ou mata, é depende do dia .
Ele:  AHAHAHAHA que win!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Bolachas então .

Mais vale arrepender-me do que fiz do que não fiz, não é verdade?
Assim seja então .

domingo, 1 de abril de 2012

Bolachas em Nárnia

-Eu não estava assim tão bêbado...
-Puto, tu estavas dentro do meu armário a gritar: "ONDE RAIO É QUE FICA NÁRNIA?!"