sábado, 28 de maio de 2011

Bolachas e a corrente d'ar

Uma coisa é verdade: quando não te resta mais alternativas, tu lembras-te que eu existo.
À tarde foi o que foi, um pedido estúpido e uma afirmação "eu nunca tinha visto aquilo!" mas havia lá um comentário teu de Fevereiro como se a culpa fosse minha e tivesse que adivinhar aquilo que se passa nessas vossas cabeças repletas de corrente d'ar. Depois, à noite, não me apetecia minimamente sair, mas tu pediste-te e eu, feita estúpida, anuí. Saí, pedi-lhes para me virem buscar, diverti-me e esperei por ti, resultado? não vieste. Só dizias "quando chegar eu aviso" mas eram onze e tal e o aviso não chegara ainda. Nem desculpa nem nada, eu saí de casa por tua causa e tu nem desculpa me pedes, nem uma explicação, nem nada. simplesmente N-A-D-A . 
E agora voltas, com uma alegre mensagem a pedir-me uma coisa "U-R-G-E-N-T-E", que é tudo menos urgente. Um pedido até disparatado, e a minha vontade foi te dizer "olha lá, mas eu sou tua mãe por acaso?" e dizer-te para pedires a das tuas "bebés" ou lá como tu lhes chamas. 
É que eu não sei se estás a perceber... Tu na escola és capaz de passar por mim e nem me dirigir palavra e agora, quando te dá jeito, vens me pedir favores?! 
Eu gosto de ti mas... cresce lá um bocadinho.

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