sábado, 26 de fevereiro de 2011

Bolachas e constatações da vida

M: Ela não tem fotos nenhumas contigo. Tem com todas as outras amigas, mas tu não estás lá...
S: Estou, só não está naquela pasta...
M: Mas é aquela pasta que é a principal. Não entendo como podes gostar tanto de alguém que te trata assim.
S: Oh, eu sei que ela gosta de mim. Não é por ter fotos comigo ou não.
M: É só porque parece que ela quer que gostes muito dela, mas trata-te como se não fosses ninguém.
S: Eu também já reparei nisso ás vezes, o pior é que eu tenho noção das coisas e, deixo que ela continue a fazê-lo...
M: Pior não! Ainda bem que o sabes! É da maneira que não te arrependes do que fazes por ela...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Bolachas arrumadinhas

Quando arrumo o quarto encontro sempre montes de relíquias, e é por isto que demoro eternidades a arruma-lo. Perco-me naquele pedaço de papel que escrevemos, ou naquela pulseira que me deste, ou ainda naquele guardanapo que tirei do café quando fizemos a viagem de regresso, para me lembrar. 
E é no meio de todas estas preciosidades que dou com os meus 'fones, que procurei exaustivamente durante um mês e, do nada, lá dei com eles. 
A vida tem destas coisas...

Bolachas maria sem nada

Assim, simples. Apenas a essência conta, o resto... o resto é conversa.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Bolachas a brincar

Há brincadeiras e brincadeiras. 
Há brincadeiras sem maldade e há brincadeiras com maldade.
Há brincadeiras que correm bem e há outras que nem por isso.
Há brincadeiras divertidas e há brincadeiras que não têm piada nenhuma
Mas todas elas tem algo em comum: têm limites
E esses limites por vezes ficam mais curtos quando o exagero é constante. 
Não exageres, porque tudo aquilo que é demais, enjoa  :D

Estou-te a pedir (bolachas)

contas-me uma história?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

bolachas perdidas (no frasco)

tu é que estás a deixar as coisas correrem assim. Eu não quero, e passo a vida a lutar contra isto mas... tu não me deixas lutar, simplesmente tu deixas-te-me a lutar sozinha por algo que pertence a nós duas, e, não vão ser 3ºs que nos vão ajudar, isto só se resolve se tu quiseres e me deixares, só assim.
E eu vou estar aqui, á tua espera eternamente. Porque é isso que os amigos fazem, guardam um lugar especial para quando quiseres voltar, após teres andado perdida. E por enquanto, não lamentas nada, tens outros para te mostrarem a vida, mas um dia mais tarde, pode ser que acordes e olhes para trás, aí, vais perceber que eu realmente fiz tudo o que podia. 

seja como for, eu adoro-te

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Bolachas acompanhando a moda do FB

Nova moda do Facebook: mandar perguntas em que para saberes a resposta tens que: 
1º - ter moedas 
2º - enviar para uns quantos amigos
Meus queridos amigos-da-rede-social, eu não tenho moedas pra isso porque não jogo farmville ou outra treta qualquer, nem vou andar a melgar os meus amiguinhos com perguntas ás quais eles teriam que ter moedinhas para saberem a resposta. e isto depois forma um circulo vicioso.
Concluindo, resumindo e baralhando: Agradecia que escolhesses das duas uma: ou não mandas disso, ou então dizes-me a resposta.  ^^ 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Bolachas e a aula

(grande discussão sobre Descartes e a sua duvida existencial)
Eu- Mas nós pensamos enquanto dormimos.
Ele - Sim stora, eu quando sonho tenho noção que estou a sonhar
Stora - Não, quando sonhamos nós não temos noção dai que aparecem coisas sem sentido
Ele - Mas eu consigo controlar
Eu- Pois, eu também stora, mais ou menos... Eu tenho noção
Stª - Pois, mas não pode ser.
(...)
Eu - (para ele) epah, já estou a ficar toda queimada* com isto
Ele - (risos) eu bem te disse que não devias ter enrolado aquela antes da aula, ai ai (mais risos)
Stª - Repita lá?!
Eu- (risos) esqueça stora, ele não diz nada de jeito....
Stª- Mas.. mas... A MENINA ANDA METIDA NAS DROGAS?!
Ele/Eu/parte da turma que ouviu - (risos, muitos risos)

que eu saiba, ela é que é de Filosofia...


*queimada = confusa/baralhada
p.s.: para não haver cá confusões, ele estava MESMO a gozar.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bolachas riscadas

O meu telemóvel ganhou um risco novo. e faz sombra

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Bolachas partilhadas com os amigos

Tu- Tu segues-te demasiado por ela
Eu - Pois... ela geralmente tem razão. E de certa forma, não é medo, mas... epah, não tenho a certeza sobre isso...
Tu- Mas ha coisas que tens que experimentar, e deixa lá que ela também não é santa nenhuma.
Eu- Eu sei, eu sei. Mas sei que se eu fizer isso ela chateia-se comigo. E, se for no aniversário dela além de o "estragar", ela acaba por me matar. Ou ficar triste, não interessa, não quero fazer porcaria.
Tu- Faz como quiseres. Mas já sabes... quando quiseres falas comigo...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Bolachas servidas em pratos

Um dia parto a loiça toda! E depois temos que ir jantar fora...

- levas-me?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Bolachas e o centro de saúde

Já por si, eu adoro Mem-Martins. Sempre limpinha, sem barulho, sem caos, sem gente estranha. Simplesmente o melhor sitio para se viver. (sou um espectáculo a mentir hem?). Mas, algo que consegue superar a beleza de Mem-Martins é sem dúvida o "centro de saúde de Mem-Martins". No meio dos prédios, como que perdido, com umas escadas super-apertadas e outros atributos geniais. Mas uma coisa eu tenho que admitir: aquilo é uma animação constante.

situação 1
Senhora (ao meu lado) fala ao telemóvel. Conta a vida toda, desde o facto de não encontrar uma escola decente p'ra filha de 4 anos ao que se passou no emprego. Entre todos estes factos super-interessantes o melhor foi quando ela disse à, suponho que, amiga que a filha andava com a mania de por coisas no nariz e que, ela achava que a miúda tinha "respirado" uma pecinha qualquer. Tão nova e já a snifar sapatos de barbie...
Mas não deve ter sido grave, porque a miúda não estava lá. 
não me rir na cara da senhora -> 90% conseguido

situação 2
Na cafetaria estavam 2 funcionários/médicos (não sei bem). Ambos com conversas indecentes sobre as "meninas-de-rio-de-mouro" se é que me faço entender. 
Isto são conversas para se ter num posto médico?! Ai ai ai..
não me rir da conversa deles -> 96% conseguido

situação 3
Sala de espera (a mesma da senhora do telemóvel). Mais ou menos vinte pessoas.
Um senhor chega e pergunta quase aos gritos "Alguém está aqui para vir buscar medicamentos?!"
Todas as pessoas olham e acenam que não. Ele foca os olhos em mim, e pergunta em alto e bom som "A menina está aqui para vir buscar medicamentos?!" Bastante baralhada digo que não. Ele atravessa a sala toda, pára à minha frente, estende-me a mão, cumprimenta-me,  vira costas e sai. 
Estado em que a sala de espera ficou ->  wtf ?!
Não me rir dele assim que virou costas -> 60% conseguido

situação 4
(já no consultório)
Mãe - Já ouvi falar em tanta coisa sobre essa vacina que já não sei. Justifica-se eu tomar?
Doutor - Não, não se justifica.
M - Mas porquê?
Dr. - [ora olha para mim, ora para a minha mãe, muito vermelho] ahh.. porque só se justifica em.. ahh.. casos de promiscuidade...
Eu- (super controlo para não me rir da cara dele extremamente vermelha)
M - Desculpe, mas não percebi
Dr. - (cada vez mais vermelho e mais embaraçado) ahh.. só no caso de.. ter.. múltiplos parceiros sexuais...
E - (explosão de riso, porque ele estava todo envergonhado por eu estar presente)
Não me rir na cara do médico -> 0% conseguido


Eu bem disse que aquele centro de saúde é uma animação constante  ahah

Bolachas exageradas (e os médicos...)

Cada vez que alguém cá em casa vai ao médico de família, a minha mãe diz sempre: "dizes que te dói muito, se não ele não faz nada e só perdemos tempo". Claro está que, das poucas vezes que vou ao médico, a tal dor que me levou lá desaparece como que por magia. E depois lá tenho que me por a inventar dores-de-momento . 
Desde crianças que nos incentivam a mentir, e depois querem que diga-mos sempre a verdade... não se compreende...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bolachas e a "cadeira do marido"

A "cadeira do marido" ou a "cadeira da salvação".
Existe em quase todas as lojas de roupa (tirando as para jovens, porque nós entramos, mexemos e saímos não temos muito tempo para nos sentarmos). Adiante, estas cadeiras existem estrategicamente perto dos provadores. Porquê? Porque enquanto as senhoras vestem um vestido, despem-no, experimentam outro e por ai adiante, os maridos descansam porque já não aguentam mais e assim, a probabilidade de eles as apressarem e elas saírem sem comprar nada é bastante mais baixa. 
Ai marketing, marketing ...