sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bolachas com bolo de aniversário

E vamos começar, começamos a entoar o habitual "parabéns a você", é sempre igual, um começa baixinho, juntam-se os outros e, como ninguém sabe cantar, fica uma canção esquisita e toda desafinada. Batemos palmas. Segue-se a habitual cena dos beijinhos, como se já não tivesse cumprimentado a aniversariante antes. Todos ignoramos fingimos não ver o esforço que ela está a fazer para sorrir, ela que só queria estar com as amigas, de certeza que houve discussões á pala disso. 
Enfim, não passam de velhos clichés e do "fica bem". É sempre o mesmo: avisa-se a família, mais por obrigação que por outra coisa, dá-se uma ideia das horas, nada em concreto que é para depois ter com que reclamar tá claro. "o que interessa é a vossa presença, não as prendas" mas se alguém se esquece ou assim, é um inferno, todos sabemos isso. Segue-se as reclamações por a família não estar toda, mas, se estivesse iam reclamar poruqe tinham que esperar por a, b, c ou d. e é nessas alturas ditas como "mortas", em que todos esperam por alguém, que ele decide embirrar. Assim que abro a boca, pode ser a coisa mais inteligente do mundo, mas ele tem que se armar em morcão pela simples razão que "tem piada". claro, a culpada depois sou eu porque "estas sempre a responder", ora dizem bem: eu respondo, não inicio a conversa.
Gente complicada...

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