segunda-feira, 23 de abril de 2018

Bolachas go green

Aqui há uns dias, durante o banho, reparei na quantidade de embalagens de plástico vazias e cheias que eu tinha ali à minha volta: champô, gel de duche, creme de banho, creme para o cabelo, amaciador (...)

Com notícias deste género a circular por aí, fiquei preocupada. 
Em conversas com a minha irmã - que também tem preocupações ambientais do género - procurámos alternativas. 

Foi assim que cheguei aos champôs sólidos, sem parabenos, sem plásticos, só com coisas naturais.*
Ainda estou à espera que a mnha embalagem normal acabe para começar a usar este, depois digo como correu.

Inicio assim uma nova vertente neste blog: Bolachas go green; Porque este assunto devia preocupar-nos a todos.

*não sei se sabiam mas, quase todos os champôs do mercado "normal" têm SAL na sua composição. 
Vocês sabem o que isso faz ao cabelo? pois pois

domingo, 15 de abril de 2018

Bolachas suaves

O português não é suave, mas faz-se suave quando lhe convém.
Ouvi por aí, já não sei onde

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Bolachas e o contexto da tese

A minha tese de momento parece-se mais com uma tese de sociologia e reabilitação física do que com uma tese de arquitectura.

Bolachas nas finanças

As finanças até por chamada telefónica fazem-me esperar.

E que musiquinha mais irritante hem...

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Bolachas e a Amélie

Da beleza dos dias:
Por a música da Amélie nas colunas e despachar tarefas que andas a adiar há eternidades

Bolachas em Calpe

Quando passados 6 anos a melhor semana da tua vida continua a ser a semana que passaste em Calpe em 2012 a cair de bêbado com os teus amigos... algo de errado se passa com a tua vida

sábado, 31 de março de 2018

Bolachas e a guerra

A essência da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas do produto do trabalho humano. A guerra prefigura a forma ideal de despedaçar, lançando na estratosfera ou afundando nos abismos marinhos, produtos que, de outro modo, poderiam servir para dar às massas um conforto excessivo, e por conseguinte, a longo prazo, torná-las excessivamente lúcidas. Mesmo que o armamento não chegue a ser de facto destruído, o seu fabrico, ainda assim, ocupa, na prática, forças de trabaho sem nada produzir que possa ser consumido.
1984 - George Orwell

segunda-feira, 26 de março de 2018

Bolachas cheias de frio

É de mim ou está sol mas frescote?

quarta-feira, 21 de março de 2018

Bolachas e o património

Portugal teve a sorte de não ter tido as destruições de duas Grandes Guerras, mas tem havido demasiados atropelos ao ambiente e, por desleixo ou ignorância, os interesses mesquinhos têm destruído muito do património cultural.
Rui Duarte, a escrever o prefácio de
A Quinta de Recreio em Portugal - Amílcar Gil Pires

Bolachas e os lembretes

Mariana, a fita